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Tudo sobre Jair Bolsonaro

Julgamento de Bolsonaro: Tudo que você precisa saber

O julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro ocorrerá entre os dias 2 e 12 de setembro, com transmissão ao vivo pela BBC News Brasil e canais do Supremo Tribunal Federal (STF). Bolsonaro é um dos oito réus acusados de tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022. A sessão contará com a participação de cinco ministros do STF que ouvirão as acusações da Procuradoria-Geral da República, seguidas pelas defesas. Se condenado, Bolsonaro pode enfrentar até 40 anos de prisão. Ele aguarda o julgamento em prisão domiciliar imposta por Alexandre de Moraes devido a descumprimentos anteriores.

Lula afirma que Tarcísio é dependente de Bolsonaro

Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, é dependente de Jair Bolsonaro, comentando que o governador 'não é ninguém' sem o apoio do ex-presidente. Em entrevista à Itatiaia, Lula destacou que Tarcísio irá agir conforme a vontade de Bolsonaro e reconheceu a força que o ex-presidente possui na extrema direita. Apesar de Lula considerar precipitado discutir as próximas eleições, mencionou que, se candidatar, a intenção é ganhar, reforçando a importância de sua saúde e destacando a possibilidade de uma boa relação com o PSD.

Bolsonaro vetou proteção contra fraudes no INSS, revela Randolfe

Durante uma sessão da CPI do INSS, o senador Randolfe Rodrigues revelou que o governo de Jair Bolsonaro vetou a revalidação de dados dos beneficiários do INSS, que deveria ocorrer a cada dois anos. Essa ação, segundo Randolfe, impediu que medidas para evitar fraudes no instituto fossem efetivas, resultando no desvio de recursos que afetam aposentados e pensionistas. A revogação aconteceu em 2022 e, de acordo com uma defensora pública, se a revalidação reputacional tivesse sido mantida, a fraude teria sido evitada. A oposição criticou a base governista por não assinar a CPMI.

Bolsonaro em destaque: Economista dá lição de democracia aos EUA

A capa da revista britânica The Economist desta semana destaca o ex-presidente Jair Bolsonaro, que enfrenta julgamento por liderar uma tentativa de golpe de Estado no Brasil. A publicação traça um paralelo entre a resposta americana às ameaças à democracia, como a invasão do Capitólio em 2021, e a maneira como o Brasil lidou com os eventos recentes. A Economist elogia a condução do processo pelo Supremo Tribunal Federal (STF), descrevendo-a como uma 'lição de maturidade democrática' para os EUA. O julgamento de Bolsonaro, que nega as acusações, começará na próxima terça-feira, 2 de setembro.

Procuradoria Geral diz que polícia deve monitorar Bolsonaro em tempo integral

A Procuradoria Geral da República (PGR), representada por Paulo Gonet, solicitou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que recomenda à Polícia Federal equipes em prontidão integral para monitorar as cautelares contra Jair Bolsonaro. Isso segue um pedido do deputado Lindbergh Farias, que apontou um 'risco concreto' de fuga do ex-presidente. O pedido inclui intensificação do policiamento ao redor da residência de Bolsonaro, verificações contínuas do monitoramento eletrônico e protocolos de ação rápida para prevenir deslocamentos irregulares. As medidas visam garantir a ordem pública e assegurar a eficácia da prisão domiciliar do ex-presidente.

STF decide não agravar situação de Bolsonaro antes do julgamento

A expectativa no Supremo Tribunal Federal (STF) é de que novas medidas não sejam impostas a Jair Bolsonaro antes do julgamento por tentativa de golpe, marcado para 2 de setembro. O ex-presidente, que está em prisão domiciliar, aguardará a decisão de Alexandre de Moraes sobre o risco de fuga após a análise de sua defesa. Interlocutores sugerem que não faria sentido piorar sua situação neste momento. O julgamento envolverá também outros sete réus, e as penas máximas podem totalizar 43 anos. A defesa reiterou o pedido de revogação da prisão domiciliar antes do julgamento.

Mensagens de Bolsonaro expõem trama criminosa contra a democracia brasileira

Recentemente, mensagens do celular do ex-presidente Jair Bolsonaro foram reveladas, implicando-o em um plano criminoso para desestabilizar a democracia brasileira. As conversas, especialmente com seu filho Eduardo Bolsonaro e o pastor Silas Malafaia, indicam uma organização criminosa que buscava sanções dos EUA contra o Supremo Tribunal Federal (STF) e impunha tarifas pesadas às exportações brasileiras. A trama tinha como alvos coagir o STF e usar o sofrimento econômico do país como moeda de troca por anistia. O contexto exibe uma traição profunda ao Brasil, com a necessidade urgente de responsabilização dos envolvidos.

Silas Malafaia critica Tarcísio e defende intervenção americana no Brasil

Recentemente, o pastor Silas Malafaia se envolveu em controvérsias após ser alvo de uma operação da Polícia Federal, que confiscou seu celular e passaporte. Ele foi mencionado em relatórios por supostas ações de coação relacionadas ao ex-presidente Jair Bolsonaro. Na entrevista à BBC News Brasil, Malafaia criticou o governador Tarcísio de Freitas por sua falta de apoio a Bolsonaro e desafiou Alexandre de Moraes, alegando que a divulgação de suas conversas foi ilegal. O pastor expressou estar decepcionado com Tarcísio, embora tenha defendido o direito de solicitar intervenção americana para questões políticas no Brasil.

Lindbergh Farias pede prisão preventiva de Jair Bolsonaro ao STF

O deputado federal Lindbergh Farias, líder do PT na Câmara, solicitou ao Supremo Tribunal Federal a prisão preventiva de Jair Bolsonaro. O pedido visa garantir a ordem pública e econômica durante o julgamento da ação do golpe, que começa em 2 de setembro. Lindbergh argumenta que as condutas de Bolsonaro extrapolam a desobediência individual, promovendo desestabilização institucional e intimidação de autoridades públicas. O parlamentar também pediu ao STF o bloqueio dos bens de Bolsonaro e de sua família, fundamentando sua ação em um relatório da Polícia Federal que aponta movimentações financeiras suspeitas do ex-presidente.

Valdemar Costa Neto diminui pedido de asilo de Bolsonaro à Argentina

Valdemar da Costa Neto, presidente do PL, minimizou o pedido de asilo de Jair Bolsonaro ao presidente argentino Javier Milei, afirmando que ele poderia atravessar o rio e chegar à Argentina. A declaração foi feita durante um evento no Rio de Janeiro e veio após a descoberta de uma carta no celular de Bolsonaro, que, segundo a PF, indica um plano de fuga. Valdemar também comentou sobre mensagens entre Bolsonaro e seu filho, Eduardo, consideradas incriminatórias, além de expressar apoio a Bolsonaro em meio a investigações que o consideram alvo. Ele expressou esperanças para 2026.

Asilo de Bolsonaro em Milei: a repercussão global do indiciamento

A descoberta de que Jair Bolsonaro elaborou um pedido de asilo político ao presidente argentino Javier Milei gerou grande repercussão internacional, conforme revelou a Polícia Federal do Brasil. A minuta foi encontrada em um celular de Bolsonaro durante investigações sobre uma tentativa de golpe. A mídia da América Latina, EUA e Europa abordou os detalhes do documento, que incluía argumentos políticos, referências religiosas e citações do Pacto de San José. Enquanto a Argentina divulgou a notícia, a Reuters não corroborou se a carta chegou a Milei. O julgamento de Bolsonaro pode resultar em uma pena de até 40 anos.

Silas Malafaia é abordado pela PF e proibido de deixar o Brasil

O pastor Silas Malafaia, líder da Igreja Advec, foi alvo de uma operação da Polícia Federal no Aeroporto Internacional do Galeão, onde retornava de Portugal. Ele foi abordado e obrigado a entregar seus passaportes. Malafaia está proibido de deixar o Brasil e de se comunicar com outros investigados, conforme uma decisão do ministro Alexandre de Moraes. A investigação apura sua suposta tentativa de obstrução do julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro. O processo está sendo conduzido sob sigilo e conta com a participação da Procuradoria-Geral da República, que alegou diálogos comprometedores envolvendo o pastor.

Carlos Bolsonaro critica governadores da direita como 'ratos' e oportunistas

Carlos Bolsonaro, vereador do Rio de Janeiro, criticar governadores da direita um dia após Romeu Zema anunciar sua pré-candidatura à Presidência. Em um post no X, ele acusou esses políticos de se comportarem como 'ratos' e de serem oportunistas ao tentarem herdar o legado de Jair Bolsonaro. Chamou atenção para sua falta de compromisso com as pautas do bolsonarismo e destacou que, apesar das promessas, eles priorizam interesses pessoais e não representam a população. Carlos concluiu afirmando que não há diferença entre eles e os petistas que alegam combater, insinuando hipocrisia nas ações desses governadores.

STF inicia julgamento de Bolsonaro em caso de golpe de estado

O Supremo Tribunal Federal (STF) marcou cinco sessões para o julgamento de Jair Bolsonaro e outros sete réus envolvidos na trama de golpe de Estado, com início previsto para 2 de setembro. As sessões ocorrerão nos dias 2, 3, 9, 10 e 12 de setembro, entre 9h e 12h, com horários estendidos em alguns dias. O julgamento começará com a leitura do relatório do ministro Alexandre de Moraes, seguido de sustentações orais da acusação e defesa, com a possível ampliação do tempo. A Procuradoria-Geral atribui a Bolsonaro crimes que somam até 43 anos de prisão.

Silas Malafaia enfrenta investigação da Polícia Federal e reclama de perseguição

Silas Malafaia, pastor evangélico e um dos líderes religiosos mais influentes do Brasil, está sendo investigado pela Polícia Federal em um inquérito que envolve obstrução de Justiça, ligando-o a Jair Bolsonaro e Eduardo Bolsonaro. Ele soube da investigação pela mídia, questionando a falta de comunicação oficial. No vídeo, Malafaia alegou ser alvo de perseguição política, relacionando a investigação às suas críticas ao ministro Alexandre de Moraes. O inquérito, aberto em maio, apura ações que visam desestabilizar instituições, com acusações que incluem tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito.

Bolsonaro nega golpe e contesta delação em alegações finais ao STF

A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) contestou as acusações da PGR sobre um plano de golpe, solicitando sua absolvição no STF. Em alegações finais, os advogados pediram a anulação da delação do tenente-coronel Mauro Cid e afirmaram que não existem provas ligando Bolsonaro ao suposto golpe ou aos eventos de 8 de janeiro de 2023. O documento, com 197 páginas, argumenta que atos acusados não têm qualificação criminal. Bolsonaro está em prisão domiciliar desde 4 de agosto, acusado de liderar a tentativa de golpe após as eleições de 2022.

Moraes libera Bolsonaro para exames médicos em hospital

O ministro Alexandre de Moraes, do STF, autorizou Jair Bolsonaro a deixar a prisão domiciliar para realizar exames médicos no Hospital DF Star em Brasília, programados para sábado, 16. A duração estimada dos exames é de seis a oito horas. A defesa de Bolsonaro justificou a solicitação ao mencionar a necessidade de reavaliação de sintomas, como refluxo e soluços refratários. Além disso, Moraes permitiu que Bolsonaro receba mais quatro visitantes em sua residência, incluindo políticos como o vice-prefeito de São Paulo e senadores. A decisão destaca o caráter provisório e a necessidade de cumprimento de medidas cautelares.

Brasil se prepara para possíveis sanções dos EUA, afirma Celso Amorim

Celso Amorim, assessor especial da Presidência, afirmou que o Brasil está pronto para lidar com possíveis sanções dos EUA caso o ex-presidente Jair Bolsonaro seja condenado. Durante uma entrevista ao programa 'Roda Vida', ele declarou que seria um absurdo tal situação e que o governo já está considerando as alternativas necessárias. Amorim salientou que a relação entre Brasil e EUA não deve ser conflituosa, citando a importância do diálogo mesmo em tempos de desacordo. Atualmente, Bolsonaro enfrenta um julgamento relacionado a uma tentativa de golpe após perder as eleições de 2022, previsto para setembro.

Denúncia marca motim bolsonarista na Câmara dos Deputados

Quatorze deputados foram denunciados por participarem de um motim bolsonarista que bloqueou a Câmara dos Deputados na semana passada. O grupo ocupou a Mesa Diretora, impedindo a votação de propostas que buscavam anistiar golpistas, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro. As denúncias foram encaminhadas à Corregedoria por Hugo Motta, presidente da Câmara, e a análise deve começar em breve. Espera-se que alguns dos deputados enfrentem suspensões. A maioria dos denunciados pertence ao PL, com apenas dois de partidos diferentes. O motim durou por cerca de 30 horas, refletindo uma crise política significativa.

Jair Bolsonaro em prisão domiciliar: primeiro relato de visitas e crises de soluço

Na primeira semana de prisão domiciliar, Jair Bolsonaro recebeu visitas autorizadas pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF, mas expressou frustração com a situação. Descrito como abatido, cansado e chateado, o ex-presidente chamou a atenção de amigos preocupados com seu estado emocional. As crises de soluço, que já afetavam Bolsonaro antes da prisão, continuaram, prejudicando sua fala e sono. O cardiologista Leandro Echenique mencionou que ele está em tratamento para refluxo. Para seguir as regras impostas, visitantes deixam celulares fora de casa, evitando acesso a redes sociais que contribuíram para a prisão domiciliar.

Fim do foro privilegiado: A nova estratégia do bolsonarismo em ação

A PEC 333/2017 visa eliminar o foro privilegiado para quase todas as autoridades, transferindo os julgamentos para a primeira instância. Essa medida, apoiada por bolsonaristas, visa remover investigações sobre Jair Bolsonaro do Supremo Tribunal Federal. A proposta sugere que apenas o presidente, o vice-presidente e outros líderes mantenham o foro especial. Desde que renasceu nas discussões em 2025, a PEC se tornou uma prioridade, visando beneficiar Bolsonaro e outros parlamentares sob investigação. O texto original de 2017, que propunha um corte radical no foro, pode ser moldado para proteger interesses pessoais, criando salvaguardas para deputados.

Mudança no foro privilegiado não ajudaria Bolsonaro, afirmam juristas

Juristas afirmam que a tentativa de aliados de Jair Bolsonaro de eliminar o foro privilegiado não terá impacto no caso da trama golpista, que já está prestes a ser julgado pelo STF. Embora a mudança possa afetar inquéritos de parlamentares, não haverá tempo hábil para alterar a instância do processo do ex-presidente, que se encontra na fase final, prestes a receber uma sentença. As regras processuais atuais não são aplicáveis retroativamente, e especialistas destacam que a questão do foro sempre foi interpretada como um benefício que protege da influência política na justiça, mas preferências podem variar.

Ciro Nogueira visita Jair Bolsonaro em prisão domiciliar

O senador Ciro Nogueira visitou o ex-presidente Jair Bolsonaro em sua residência em Brasília, onde ele cumpre prisão domiciliar. A visita foi autorizada pelo ministro do STF, Alexandre de Moraes. Durante sua saída, Nogueira relatou que Bolsonaro, embora estivesse triste, mantém uma forte crença no Brasil e em Deus. O senador expressou esperança de que a situação do ex-presidente se resolvesse rapidamente. A prisão domiciliar de Bolsonaro foi determinada por Moraes após o ex-presidente descumprir medidas cautelares impostas anteriormente pelo Supremo Tribunal Federal.

Alcolumbre critica protesto bolsonarista que ocupa mesas do Congresso

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, condenou a ocupação das mesas diretoras por parlamentares aliados de Jair Bolsonaro, que protestam contra sua prisão domiciliar. A ação, caracterizada como arbitrária, impediu a reabertura da sessão após o recesso legislativo. Alcolumbre destacou que o Parlamento deve focar na apreciação de matérias essenciais e pediu serenidade para garantir que o Congresso atue em benefício do país. Os protestos incluíram congressistas com esparadrapos na boca, simbolizando silêncio e resistência, enquanto Bolsonaro, réu no STF, enfrenta consequências por descumprir medidas cautelares em manifestações recentes.

Bolsonaro enfrenta derrota nas redes sociais após prisão domiciliar

O ex-presidente Jair Bolsonaro teve a prisão domiciliar decretada recentemente e enfrentou uma derrota nas redes sociais, conforme monitoramento da Quaest. Cerca de 53% das postagens sobre o assunto apoiavam sua prisão, enquanto 47% se opunham à decisão do ministro Alexandre de Moraes. A reação bolsonarista foi orquestrada, destacando a narrativa de vingança judicial, mas a oposição, apesar de vencer a disputa digital, mostrou-se dividida. A repercussão do caso deve continuar alta, com a entrada de figuras populares no debate, superando temas como a aplicação da Lei Magnitsky nas interações online.

Jair Bolsonaro pode enfrentar prisão após videochamada polêmica

Jair Bolsonaro, ex-presidente, participou de atos da extrema-direita por vídeo, enquanto cumpria restrições impostas pelo Supremo Tribunal Federal, incluindo uso de tornozeleira eletrônica e proibição de acessar redes sociais. Durante a chamada, ele se dirigiu aos manifestantes com apoio do senador Flávio Bolsonaro, que publicou a interação online, mas rapidamente a removeu. Isso reabriu discussões sobre um possível descumprimento das medidas cautelares, o que poderia levar a um mandado de prisão preventiva. Especialistas debatem a implicação jurídica do evento, com análise sobre a intenção de Bolsonaro ao se comunicar com seus apoiadores.

Manifestações em SC exigem anistia e criticam STF

Apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro realizaram manifestações em várias cidades de Santa Catarina, neste domingo (3), exigindo anistia para os envolvidos nos ataques de 8 de janeiro e criticando o ministro do STF, Alexandre de Moraes. Através de atos em Florianópolis, Joinville, Criciúma e Chapecó, os manifestantes se reuniram em locais públicos, como a Beira-Mar Norte, onde um trio elétrico foi utilizado. O filho de Bolsonaro, Carlos, esteve presente em Criciúma. Não houve tumultos, mas o trânsito foi bloqueado em algumas áreas, enquanto a Polícia Militar monitorava as manifestações.

Malafaia defende Bolsonaro e critica governadores ausentes em manifestação

Em uma manifestação na Avenida Paulista, o pastor Silas Malafaia, defensor do ex-presidente Jair Bolsonaro, criticou a ausência de governadores cotados para a corrida presidencial de 2026, afirmando que 'Bolsonaro é insubstituível'. Ele fez essa declaração durante um ato que ocorreu sem a presença de Bolsonaro, que está sob medidas restritivas do STF. O governador Tarcísio de Freitas justificou sua ausência devido a um procedimento médico. A manifestação também teve como objetivo reiterar pedidos de impeachment contra Alexandre de Moraes e Luiz Inácio Lula da Silva, além de discutir a anistia aos envolvidos nos eventos de 8 de janeiro.

Nikolas Ferreira exibe Bolsonaro em ato de apoio na Avenida Paulista

Neste domingo, durante um ato em apoio a Jair Bolsonaro, o deputado Nikolas Ferreira exibiu uma chamada de vídeo com o ex-presidente na Avenida Paulista. Bolsonaro não estava presente devido a restrições impostas pelo STF, mas Nikolas afirmou que, apesar de não poder falar, ainda poderia ser visto pelo público. Com palavras de ordem contra o STF e o governo Lula, os manifestantes clamaram por anistia aos presos políticos e expressaram sua insatisfação com o Judiciário. O ato foi um dos primeiros após sanções dos EUA contra o Brasil e seus ministros, especialmente Alexandre de Moraes.

Apoio à direita brasileiro em teste sem Bolsonaro

Aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro mobilizaram atos em todo o Brasil no domingo, 3 de agosto de 2025, como um teste de apoio da direita sem a presença do ex-presidente, que está sob restrições judiciais. A principal manifestação ocorrerá na Avenida Paulista, organizada pelo pastor Silas Malafaia, sem a confirmação de governadores devido a compromissos pessoais. Os atos buscam pressionar por impeachment de integrantes do governo e a aprovação de uma anistia ligada a investigações dos eventos de 8 de janeiro. As manifestações abrangem 13 Estados e o Distrito Federal.

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